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segunda-feira, 16 de março de 2009

Recentemente Samir esteve na Palestina visitando Al Quds, Jerusalém. Passeou longas horas por aquelas ruas antigas. Subiu o Moriah, e lá do alto, na magnífica Esplanada das Mesquitas, com a luz do sol fazendo brilhar a enorme cúpula de Omar, teve a impressão de que não estava em Jerusalém, mas num lugar fictício. As igrejas, as sinagogas, as mesquitas, tudo compunha uma única cidade. Não se falava mais árabe, hebraico, latim, grego, francês ou inglês; só havia o canto dos pássaros. E as pessoas lá embaixo, nas ruas tortas, entre o casario amarelado pelos séculos: quem distinguiria o judeu, o muçulmano, o cristão, o ateu?

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